domingo, 13 de novembro de 2011

Poema 6

Não ando a sonhar tão alto

Que inteiro complexo
Que miríade de flurescentes
Onde brotam cores para lá da minha inocência

Que sensação completa de erguer o manto
E despertar o "pestana"
E lhe dizer que acorde

E admoestar a minha consciência
Apontar o caminho por onde passam as cores
E deslizar por entre elas

Sem me enganar
Sem mergulhar

Pois em todas as íris estão os olhos de mais mil
E como poderei eu olhar nelas?
Se das outras mal sei o cheiro?

Que prova fatídica
Que música desenrolada
Onde no fim encontrar-me-ei com o maestro

E entenderei a flor da minha prosa.

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