Não ando a sonhar tão alto
Que inteiro complexo
Que miríade de flurescentes
Onde brotam cores para lá da minha inocência
Que sensação completa de erguer o manto
E despertar o "pestana"
E lhe dizer que acorde
E admoestar a minha consciência
Apontar o caminho por onde passam as cores
E deslizar por entre elas
Sem me enganar
Sem mergulhar
Pois em todas as íris estão os olhos de mais mil
E como poderei eu olhar nelas?
Se das outras mal sei o cheiro?
Que prova fatídica
Que música desenrolada
Onde no fim encontrar-me-ei com o maestro
E entenderei a flor da minha prosa.
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